STAY STRONG
Ela é apenas uma pessoa, nem igual e muito menos diferente. Para ela, nada a faz especial. Apenas uma pessoa em um mundo cheio de muitas outras pessoas. Redundante mas real.
Sua mente brinca a todo instante, chuva de pensamentos, lembranças, arrependimentos e sonhos. Sua bagagem é pesada, mas está vazia. Seu corpo ainda é jovem, mas está cansado. Seu coração ainda bate, mas é como se desacelerasse.
Em seus olhos ainda há um brilho, talvez de esperança, ou talvez de desespero. Algo que em meio as circunstancias, a esforços não retribuídos, a frustrações abarrotadas, a insatisfação de cada dia, a afetos enganosos, a falta de empatia, a falta de alguém, a falta de si mesmo.
Por fora seu sorriso ainda se abre, mas sua alma clama por socorro, seu coração grita para cessar aquilo que ninguém vê, ninguém ouviu, ninguém entende, nem ela mesma.
Como falar se ninguém realmente quer ouvir?
As perguntas clichês do "Oi, tudo bem?" não querem realmente ouvir as verdadeiras respostas, o que eles esperam é que esteja tudo bem, e uma resposta diferente da esperada causam o imprevisto pra uma conversa que não tinha a intenção de ser aprofundada.
Ela se pergunta se realmente vale a pena se expor e pra quem realmente valeria? Pois isso significa que para ela permanecer forte vai precisar ser vulnerável.
E tudo o que ela precisa é de algo para a socorrer, porque ela esta desmoronando.
Mas existe uma voz que ecoa. Ela diz:
"Mantenha a calma. Não perca a alma."
É que nem tudo exige força, algumas coisas exigem paciência, e muitos outras exigem perseverança.
Ela precisa ser forte. Mas antes de tudo, precisa ser corajosa.
Mantenha-se firme.
Esse ainda não é o fim.
Mas existe uma voz que ecoa. Ela diz:
"Mantenha a calma. Não perca a alma."
É que nem tudo exige força, algumas coisas exigem paciência, e muitos outras exigem perseverança.
Ela precisa ser forte. Mas antes de tudo, precisa ser corajosa.
Mantenha-se firme.
Esse ainda não é o fim.
"Ele enxugará dos seus olhos toda lágrima. Não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor, pois a antiga ordem já passou".
Autor: Danielle Marins

0 comentários