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Danielle Marins, 2019. Tecnologia do Blogger.

Antes dos 30


Olá leitor, tudo bem?

Estou relendo toda a saga das Crônicas de Nárnia, possuo a edição em volume único e, inicialmente iria fazer um “resumão” sobre todo o conteúdo, porém percebi que seria maçante demais e alguns detalhes poderiam se perder, então vamos ao convencional mesmo.



Título: As Crônicas de Nárnia: O Sobrinho do Mago
Subtítulo: Volume 01
Edição: 1
Editora: Martins Fontes
Ano: 1997
Páginas: 184

Sinopse: A aventura começa quando Digory e Polly vão parar no gabinete secreto do excêntrico tio André. Ludibriada por ele, Polly toca o anel mágico e desaparece. Digory, aterrorizado, decide partir imediatamente em busca da amiga no Outro Mundo. Lá ele encontra Polly e, juntos, ouvem Aslam cantar sua canção ao criar o mundo encantado de Nárnia, repleto de sol, árvores, flores, relva e animais.


***


A sinopse anterior resume muito bem todo o conteúdo desse livro, que pra mim é tão impressionante quanto os outros contos sobre Nárnia, que são até mais conhecidos que este que vos falo.

Quero deixar claro e bem enfatizado aqui que esse é um forte candidato a ser o conto preferido sobre Nárnia.

Não posso ser tola de dizer que não é interessante, porque é! Afinal, este conto - apesar de não ser o primeiro a ter sido publicado, pois foi o sexto – revela como foi a criação de Nárnia e o que aconteceu em seus primeiros dias de existência.

Vocês vão me perdoar, mas não posso ser “spoiler” em revelar muitas coisas a respeito do conteúdo desse livro, porque ai perderá toda a graça de se ler.

Posso enfatizar, mais uma vez, que é um conto maravilhoso e com todos os detalhes da criação de Nárnia, sobre como a Feiticeira Branca foi parar lá, e sobre os primeiros "humanos" - ou filhos de Adão - que colocaram seus pés nesse país cheio de graça e mistério que é Nárnia.

Minha intenção aqui é de dizer a você que se já assistiu a algum dos filmes de As Crônicas de Nárnia, pode ter certeza de que gostará e muito de saber como se iniciou toda essa estória.

Basicamente posso dizer que o livro de As Crônicas de Nárnia: O Sobrinho do Mago tem uma ligação muito importante e essencial com o livro As Crônicas de Nárnia: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa.

E então, ficou curioso?

Corre já pra ler esse livro, você não vai querer parar até acabar toda a saga, tenho certeza!

Um beijo meu

Danielle Marins




05:00:00 2 comentários


Olá, caro leitor.

A leitura que quero comentar hoje certamente pode intrigar você. Eu mesma não conhecia essa obra. Fiquei feliz por tê-la ganhado. Suspeito em dizer que os melhores livros que podemos ler não são aqueles que queremos ler, mas sim os que não estão na nossa lista - os ganhados. Acho que há um certo enigma eufórico em livros ganhados.

No mais, quero que esse breve comentário sobre o livro Auguste Dupin - O primeiro detetive faça com que você, caro leitor, queira ou colocá-lo em sua lista de presente de aniversário, ou na lista do amigo secreto, sabe?




Auguste Dupin - O primeiro detetive é um livro misterioso. É a história de um detetive e seu amigo desvendando misteriosos casos que a polícia e a comunidade não são capazes.

Há quem diga que Auguste Dupin foi o percursor dos detetives da literatura, antes até do queridíssimo e mais conhecido Sherlock Holmes - que tem o meu apreço inicial. Ambos os detetives são muitos parecidos, em vários aspectos. Mas, não quero aqui levantar comparações - pelo menos não agora.

Auguste Dupin tem uma inteligência peculiar. E é aguçado quanto aos seus instintos investigativos.

Nesta edição, que reúne “Os assassinatos da Rua Morgue”, “O mistério de Marie Rogêt” e “A carta furtada”, pode-se notar o quanto meticuloso o detetive é em sua investigação. São casos que deixam qualquer um intrigados com o possível desfecho.

Eu não quero dar ênfase na resenha de cada história, afinal, esse tipo de coisa você encontra facilmente em qualquer blog de resenhas de livro, mas não aqui. Tenho a missão, como uma apaixonada de livros, de instigar você, meu leitor, a ter o mesmo amor.



No mais, olha só essa edição! É maravilhosa!

Dessa vez, serei boazinha em compartilhar detalhes, pois nem eu me aguentei com esse livro de bordas vermelhas. Os detalhes em preto dão um toque bastante intrigante e misterioso.

Eu não podia amar mais!




















Espero que tenha gostado, tanto quanto eu, e que se você ainda não leu, tenha sido inspirado a ler também essa maravilhosa história de um detetive que não é Sherlock Holmes.

Se você já leu esse livro, me conta aqui embaixo o que achou, vou adorar saber!

Um grande beijo.

Danielle Marins














05:00:00 No comentários




Desde o princípio elas foram consideradas como companheiras, participantes da vida de outrem, amigas, presentes.

São ainda consideradas as ajudadoras que prestariam a assistência necessária, as que sempre estariam por perto, junto e auxiliando.

Mas não pense que todas são iguais.

Umas são mais volúveis e outras são mais persistentes. Umas são mais agitadas e outras mais serenas e tranquilas. Umas gostam de estar sempre arrumadas, mas outras não ligam tanto para isso. Umas adoram saltos altos e outras preferem o conforto de um allstar.

O fato é que todas são femininas, todas são delicadas.

Elas são sensíveis mas também são valentes. Elas são meigas mas também são teimosas. Elas são flor mas também são espinhos. Elas são mulheres e isso é só delas.

São como diamantes, a sua aparência parece frágil, mas na verdade mesmo são mais fortes do que parece.

Elas são lindas, são todas mulheres. 



"Mulher virtuosa quem a achará? O seu valor muito excede ao de rubis."

Provérbios 31:10





Autor: Danielle Marins



05:00:00 No comentários

Esse livro talvez - só e apenas talvez - seja um dos livros mais intrigantes que li. Nunca tinha lido nada de Agatha Christie e confesso que amei sua forma de escrita.

Não vou dizer que assim que comecei a ler este livro, que o amei, pois a princípio a leitura e a forma de exposição da história me pareceu um pouco confusa. Mas acredito que isso foi devido ao fato de se tratar de um caso (história) cheia de pontos de interrogações desde o início.

Eu já havia visto o filme - afinal, não estava nos meus planos um dia ler ou possuir o livro para leitura. Mas, em particular, não gosto de ver filmes antes de ler o livro. Você também é assim? A grande maioria dos leitores podem se identificar comigo!

Por isso, quero deixar minhas considerações sobre o filme no final desta resenha. Ok?


Sobre a história só tenho a dizer que ela te prende do início ao fim. Não tem como não querer terminar a leitura.

A história se passa dentro de um trem chamado Expresso Oriente.

Um detetive, Mr. Hercule Poirot é requisitado para retornar a Londres e, então embarca as pressas no Expresso Oriente. A verdade é que quase ele não consegue embarcar devido a inesperada lotação - que não era comum naquela época do ano.

Durante o trajeto do trem ao seu destino, um crime acontece: um homem fora assassinado. Não o bastasse o crime, o trem devido a uma forte nevasca é detido no meio do caminho não podendo continuar o seu curso.

O diretor do trem, Mr. Bouc, solicita ao detetive Poirot que solucione o caso - ou ao menos levante todos os pontos sobre o crime para quando o trem chegar ao destino, eles tenham o caso encaminhado para ser apresentado à polícia.

Resta então ao detetive, enquanto o trem não pode continuar sua rota, desvendar se entre todos aqueles passageiros haveria de estar o assassino ou não. Muitas questões são levantadas:

Quem o matou? Por quê? E, será que este mesmo criminoso não voltaria a atacar novamente? Estaria entre os passageiros ou já escapara no meio da nevasca?

Sim, fiquei até sem ar, digitando todas essas questões. Mas sinto em dizer que o caso é mais complicado que parece ser.

Como sempre digo: só lendo para saber.



No mais, finalizo esta resenha fazendo um breve comentário sobre o filme: tenho que voltar a vê-lo para que possa dar meu juízo exato, mas ao que me recordo, o filme em comparação com o livro, não fugiu e muito menos foi infiel a história. Meros detalhes, talvez, foram deturpados, mas isso só saberei vendo novamente o filme, com a                  história do livro agora fresca na minha memória.

Uma boa história. Ótimos personagens. Cenário tão detalhado que - não fora o filme -  ainda conseguiria imaginar na minha mente. Um caso cheio de interrogações e uma desfecho que certamente nem um leitor conseguiria adivinhar.

Leia. E depois me diga.

Um grande abraço.

Danielle Marins
05:00:00 No comentários


Primeiramente quero me desculpar pelo atraso na postagem dessa semana, a culpa é do feriado prolongado. Brincadeira!


Mas chega de enrolação e vamos ao que interessa, o livro dessa semana é: EVA do William P. Young !



Título: Eva
Autor: William P. Young
Editora: Arqueiro
Páginas: 240


Em um dia qualquer em uma livraria nada qualquer, lá estou eu como quem não quer nada (só que sim), a olhar os variados livros a disposição, de uma forma convidativa a se gastar.

Foi quando avistei esse livro. A capa, a textura, as cores e claro o título, foram a combinação perfeita para chamar minha atenção.

Na contra capa do livro uma pergunta bem intrigante: O QUE REALMENTE ACONTECEU NO JARDIM DO ÉDEN?

E isso foi o suficiente para que eu comprasse.


***


Para que você entenda uma pouco, o livro tem base na história dos inícios, a criação. E em um mundo paralelo com a Terra e o Céu, John, o Catalogador, vive a cerca de 100 anos, e acaba sendo "telespectador" da chegada de uma menina, que mudaria tudo por ali.

Lilly, uma adolescente, que foi vítima de uma tragédia, chega no Refúgio, como é chamado aquele local, de uma forma que ninguém sabe como. Ela foi encontrada dentro de um contêiner sendo a única sobrevivente das 12 vítimas que ali estavam.

No decorrer do livro é revelado que Lilly é A Testemunha, que era tão esperada desde então, e que testemunharia a Era dos Inícios, de toda a criação.

O livro se "divide" mas ao mesmo tempo se mistura entre a história do "antes e do agora" de Lilly , o testemunho no Éden e a vida no Refúgio.




Inicialmente, quanto a linguagem, não fiquei tão surpresa, pois comparado ao outro livro do autor, A Cabana, há uma certa semelhança quanto confusão na história, fazendo com que seja fácil de se perder o "fio da meada" sobre o que esta sendo falado, e a difícil interpretação.

Basicamente, sinto muito em dizer que este livro é um livro que você, se interessar, terá que ler para entender, pois é um livro definitivamente para ser lido e não resumido, entende?

Porém, mesmo com todos esses desafios, eu A-D-O-R-EI, pois consegui viajar e ter minha imaginação bem aguçada em cada cenário que o autor colocava em pauta.

Valeu a pena ler, reler e ler novamente para pegar a "essência" que o autor foi tão criativo em criar.

Se aconteceu desse jeito, ou tipo isso, eu não sei, mas há uma emoção ao ler e imaginar, e uma proximidade com o texto bíblico, que verdadeiramente me encantou.


- John, você acredita em Deus?
- Não - respondeu ele, depois de pensar por alguns instantes.
- Eu também não.
Ele tocou seu braço. Lilly não tinha percebido que ele estava bem ao seu lado.
- Palavras como Deus e acreditar muitas vezes são desprovidas de sentido. Eu não acredito em Deus. Eu conheço Deus! E, quando você conhece alguém, acreditar deixa de ser relevante.
(EVA - Willian P. Young, 2015, p. 68) 



E ai, gostou? Então compartilhe e comente!!!

Eu li e indico, leia também...

Um beijo meu :)




16:34:00 No comentários
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Eu sou uma amontoado de coisas. Gosto de tudo. Tudo bem, nem tudo. Mas faço de tudo um pouco. Uma dessas coisas é escrever. Disso, você pode me culpar. De resto, só estou tentando me encontrar.

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