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Danielle Marins, 2019. Tecnologia do Blogger.

Antes dos 30




São José dos Campos, 09 de Junho de 2020.

Nunca me faltaram palavras, não na hora de escrever. Porém, hoje é um daqueles dias atípicos.

Vinte e oito anos e, em pelo menos vinte deles eu escrevo. Em diários, registrando cada passo, cada avanço e cada fracasso. Em cartas, algumas para mim, muitas para Deus e diversas para os outros. Em folhas avulsas, cadernos sortidos e páginas midiáticas.

Coleciono palavras. Muitas delas entreguei com amor. Outras deixei se expressar com a dor. Algumas escaparam na raiva. Outras saíram de mim, para mim, para os outros, para Deus.

Vinte e oito anos e, em pelo menos vinte deles eu escrevo. Redações, importantes e avaliativas. Devocionais, como forma de me aperfeiçoar, e de aproximar as pessoas do amor de Deus. Histórias, reais e imaginárias. Reflexões, sendo a maioria delas para que eu mesma refletisse. E, textos de diversos aspectos, objetivos e para diferentes destinatários.

Coleciono palavras. Não me orgulho de todas elas, mas todas elas me pertencem. Algumas só não estão comigo porque as dei. Poucas eu esqueci e, muitas eu guardei.

De dentro para fora, de fora para dentro. Palavras!

Palavras ficam quando nos vamos. Palavras permanecem quando não estamos. Palavras expressam. Palavras clamam.

Vinte e oito anos, e escrevendo. Escrevendo estórias enquanto escrevo a minha história. 

E, eu vou envelhecendo, gradativamente, enquanto minhas palavras crescem, vão ganhando mais vida. Elas terão mais experiência. Elas terão cada vez mais a minha identidade.

São as minhas palavras.

Vinte e oito anos! Mas não estou contanto. Eu estou escrevendo.

Escrevendo quando já não sei mais o que dizer.

Mais um ano. Mais uma primavera. Mais um capítulo. E, eu vejo palavras.

E, vou escrevendo...

Com amor,

Sua Dani

10:44:00 2 comentários


Estamos todos contando a nossa história. Estamos todos vivendo enquanto ela acontece.

Eu vejo pessoas preocupadas demais. Eu vejo pessoas correndo demais. Eu vejo pessoas ocupadas demais. Será que conseguem compreender que suas histórias já estão sendo escritas?

Suas histórias importam. Suas histórias são importantes.

Todas elas valem a pena serem ouvidas. Todas elas valem a pena serem escritas. E estão sendo enquanto estão acontecendo.

Mas quem tem parado para ler?

É que vivemos tão preocupados com o futuro de nossas histórias que esquecemos que o trajeto também interessa.

Vivemos correndo tanto para chegar ao destino final, que quando chegarmos, estaremos cansados demais.

Vivemos tão ocupados que nos esquecemos que o caminho faz o caminhante e que não aproveitamos a estrada como devíamos.

O processo de construção é o que vale a pena. A obra é tão importante quanto o edifício.

Eu sei que é difícil. A vida não é justa, eu sei. Ela apenas acontece.

O tempo dita o compasso, enquanto dançamos sua música.

Estamos todos correndo. Preocupados. Ocupados.

Queremos ser importantes. Queremos ser ouvidos. Queremos deixar nossa marca no mundo! Mas a que custo?

Do que adianta escrever uma história da qual não somos protagonistas? De que vale todo o esforço se na narrativa de nossas vidas, fomos apenas figurantes?

Eu sei, estamos todos tentando contar nossas histórias! Eu mesma estou aqui digitando, escrevendo enquanto componho a minha!

Mas eu não quero apenas contar a minha história. Eu quero vivê-la!

E a história de todo mundo não é a minha. Apenas a minha história me pertence! E eu deveria querer vivê-la enquanto ela acontece.

O fato é que eu decido que não vou ser espectadora da minha própria história. Decida-se também!

Pois a história de todo mundo continua a ser contada, mas e a sua?



05:00:00 2 comentários


Ainda parece um sonho, sonhei com esse momento todo esse tempo. Me culpo por não ter tido a ousadia, coragem ou o que quer que seja. A atitude de ir atrás. Talvez o medo, o receio me impediu, ou até mesmo o orgulho, infelizmente decidi não ir. Era um pensamento que vinha em mente e logo se passava. Poderia ter sido diferente.

Por que demorei tanto a perceber, que o que mais queria eu não fazia?

O tempo se passava, e sempre pensava que poderia ser diferente. Imaginava inúmeras vezes você comigo, mas ficava apenas na minha mente. 

Pensava que se eu pudesse voltar no tempo, o que mudaria? Porém, o que adiantava pensar no passado se o que me restava era o presente, o aqui e o agora.

Mas como um anjo você reapareceu. Foi um choque! Confesso que meu coração acelerou no momento em que li a sua mensagem. Não sabia o que poderia esperar, mas precisávamos disso.

Sinto que tudo ficou mais leve, e aquelas horas de conversa me fizeram enxergar o quanto eu tinha perdido todo esse tempo. 

Agora, o que era passado ficou no passado. Infelizmente, não tenho como voltar atrás, mas quero ser diferente de agora em diante. Que minhas atitudes sejam genuínas, que nossa amizade floresça, e que nossas desavenças não sejam vencidas pelo orgulho, medo ou qualquer sentimento que nos impedem de nos relacionar. 

Bom, por último o que tenho a dizer e já disse pessoalmente é que me perdoe. Me perdoe por te magoar, por me afastar, por não estar presente na sua vida todo esse tempo. 

Agradeço a Deus por nos proporcionar esse momento. Bastou uma atitude - que na qual foi sua - e agradeço ainda mais, pois estava cega e não via as indiretas (risos)...

Sua coragem me motivou, e hoje sei que um amigo não se perde no tempo, ou muito menos é esquecido.

Amiga você é e sempre será uma pessoa essencial na minha vida. 

Com carinho,

Vih
05:00:00 2 comentários


Eu fui motivada a me decidir. Não haveria mais como conviver com todas aquelas incertezas.

É óbvio que o medo me invadiu. A coragem se desfez como açúcar em água.

Nunca me foi tão difícil escolher quais palavras seriam escritas. Meu coração sabia o que dizer, mas minha mente não sabia como comandar os meus dedos naquele momento.

Me senti sem poder nem força.

Onde estavam todas aquelas palavras que foram guardadas para serem usadas naquele instante?

Consentir e ceder é difícil, quando você se apodera de todas as suas razões e justificativas.

Decidi largá-las. As joguei para bem longe, em uma distância segura de eu mesma.

Me despi do meu orgulho, e me foi muito difícil, não sei descrever o quanto.

Então, o primeiro passo teve de ser dado. Independente de quem o fez, eu sabia que ele seria crucial para que a oportunidade do segundo passo surgisse, e aí então, começasse a evoluir naturalmente vez por vez.

O primeiro é sempre mais difícil. Pelo menos é o que dizem. E de fato dizem a verdade.

Mas esse é o meu lado da história. O ponto de vista do qual apenas eu tenho a perspectiva.

Relacionamentos são conexões perigosas. Mas quando decidimos amar, seja quem for, assumimos a responsabilidade sobre esse vínculo.

Somos eternamente responsáveis por quem amamos. Mas o individualismo nos faz esquecer frequentemente disso.

O que aprendi é que quem não sabe cuidar de uma planta, não merece tê-la. Quem não arranja tempo para regá-la, não merece que ela cresça.

Amizades precisam ser cuidadas. Amigos precisam ser cultivados.

A começar por mim.

Mesmo que eu pense em precisar receber mais do que me doar. Mesmo que eu julgue necessitar de receber o zelo mais do que o de oferecer a minha atenção.

É preciso começar por alguém.

Então, que comece por mim.

Foi o que eu fiz, e agora, posso respirar com calma. Agora, tenho alguém para chamar de minha.

Com amor,

Sua Dani.
05:00:00 2 comentários


São  José dos Campos, algum dia do mês de Maio de 2020

Querido Eu,

Você deveria saber que nada é para sempre. Há finitude em tudo o que existe. Você deveria se lembrar disso.

Os seus sonhos não são os mesmos de quando criança. Os seus medos são menores, mas ficaram mais intensos. Os seus amigos diminuíram e mudaram de nome.

Oh, querido eu! Gostaria de te abraçar com minhas palavras, dizendo que tudo ficará bem de qualquer forma. Mas não consigo encontrar um jeito menos doloroso de te lembrar que não é bem assim que acontece.

A lei da vida é dura e ela se faz executada, não há como evitar.

Os anos passam. O relógio não para.

Olhar para trás paralisa tanto quanto uma barragem.

Então, por que continuar procurando o que já passou ao invés de investir o seu tempo em descobrir o novo? 

Não há como voltar, não há como mudar. Entenda isso, aprenda, agradeça e siga em frente.

Querido eu, entenda, o que surge um dia, também desaparece, nada fica para sempre, nem que você quisesse.

Aprenda que o medo de mudar não evita a mudança e, do que se vai, o que lhe resta são apenas lembranças.

Mas agradeça, há sempre um lado bom em tudo o que acontece. O sol se põe mas logo resplandece. A noite jamais durará eternamente.

Querido eu, você se lembrará dessas minhas palavras. Então, confortavelmente será a hora de seguir em frente.

Apenas vá.

E seja feliz!

Com amor,

Sua Dani.

05:00:00 No comentários



Eu preciso te dizer que ninguém se importa. Mas a realidade é que não estamos muito preparados para essa verdade

Ninguém se importa sobre o que você faz ou deixa de fazer. Ninguém tem interesse em ver o quanto você evoluiu. Ninguém aprecia de fato o quanto você conquistou. Ninguém admira o quanto você ainda tem para crescer. Porque a verdade é, que ninguém se importa.

Ninguém se importa. São todos apenas curiosos. Não é admiração. É medo. Não é apreço. É emulação.

Medo por você estar evoluindo. Emulação por não querer que você avance mais do que eles. Pois, podem até querer o seu bem, mas jamais suportarão ver você melhor do que eles.

Sinceramente, é isso.

Não espere apoio. Não espere retorno.

Ninguém se importa. E, você deveria se importar menos ainda com isso.

Não é sobre deixar de se importar com alguém, mas de não se importar com aquilo que esse alguém pensa ou deixa de pensar sobre você.

Seja você mesmo. Faça o que te deixa feliz e não espere nada em troca. Afinal, estou dizendo, que ninguém vai se importar.

E porque ninguém se importa, você ainda se importa com isso? 

"E até os próprios cabelos da cabeça de vocês estão todos contados. Portanto, não se preocupem! Vocês valem mais para ele do que muitos pardais." Mateus 10:30‭-‬31

Veja, se aparentemente ninguém se importa, há um Deus que tem um interesse real sobre tudo o que diz respeito a você.

Com ele não há barganha.

Porque Ele sim, se importa.
05:00:00 2 comentários



"As pessoas fazem muitos planos, mas quem decide é Deus, o Senhor." Provérbio 19.21

Olá leitor, tudo bem com vocês? 

Esta, talvez, seja uma das postagens mais especiais que eu já escrevi aqui. Mas a razão não é em apenas divulgar essa novidade pra vocês, mas também de incentivá-los!

Pra quem não sabe, eu já cursei uma graduação, na época, eu fiz Gestão em RH, concluí, porém NUNCA atuei na área de formação. Infelizmente!

E já fazia alguns anos, logo após me casar, que eu estava planejando voltar a estudar. Porém, apesar de "desconfiar" do que eu realmente queria fazer, a verdade é que eu não me imaginava fazendo isso devido a vários motivos.

A maioria aqui já deve saber sobre o meu amor por livros, pela escrita e tudo o que envolve essas coisas. Porém, mesmo que eu amasse fazer tudo isso, eu de fato, jamais me imaginava capaz de "operar" como uma profissão. 

Era algo que eu queria, mas que não me imaginava capaz.

Por isso, eu gravei um vídeo, onde comentei sobre esse assunto. Veja o vídeo e me conta depois o que achou:



Não pense você que eu não irei trazer conteúdos sobre a faculdade, porque eu irei, tá bom?

Quero contar tudo, desde sobre as aulas, sobre a plataforma e tudo o que mais quiserem saber. 

Eu estou me arriscando. Mas nunca estive tão feliz!

Sendo assim, termino por aqui este pequeno texto e já agradeço a sua companhia.

Me deseje sorte!

Um beijo meu e não se esqueça, vá atrás dos seus sonhos, afinal, ninguém fará isso por você. 



18:44:00 No comentários

Olá a leitores, como estão?

Mais uma linda semana, e mais uma linda resenha e indicação de leitura pra vocês!

Vamos então à continuidade na sequência da minha leitura do volume único de As Crônicas de Nárnia, que no momento é o meu livro P-R-E-F-E-R-I-D-O, dentre todos os outros que já indiquei aqui. Estou amando demais!

Eu quero ir para Nárnia! Só isso que sei dizer no momento!




Título: As Crônicas de Nárnia: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa
Ano: 1950
Páginas: 184

Sinopse: ´Dizem que Aslam está a caminho. Talvez já tenha chegado´, sussurrou o Castor. Edmundo experimentou uma misteriosa sensação de horror. Pedro sentiu-se valente e vigoroso. Para Susana, foi como se uma música deliciosa tivesse enchido o ar. E Lúcia teve aquele mesmo sentimento que nos desperta a chegada do verão. Assim, no coração da terra encantada de Nárnia, as crianças lançaram-se na mais excitante e mágica aventura que alguém já escreveu.


***




Este é a primeira crônica conhecida por aí, todos sem dúvida já ouviram esta história, mas também se tratando de ordem de publicação ela é primeira, porém em ordem cronológica, essa crônica é a segunda.

Antes de ler o livro já havia assistido ao filme, e sinceramente, achei que o filme faz muito "jus" ao livro. Pelo menos respeitou uma das histórias, por isso adorei!

E nesse encanto de história, conhecemos Pedro, Susana, Edmundo e Lúcia, os quatros irmãos que são enviados a casa de campo do professor Digory (que tem uma ligação com o livro anterior, só pra você saber) devido a causa dos bombardeios alemães.

E nessa casa de campo, a mais nova dos imãos, Lúcia, que em uma brincadeira de esconde-esconde, acaba encontrando em um guarda-roupa (misterioso) o seu esconderijo perfeito. Mas dentro dele descobre que é uma passagem mágica que a leva para o país de Nárnia.

De primeiro momento Lúcia é vista como ”louca” pelos irmãos. Mas depois de uma conversa com o professor Digory, Susana e Pedro repensam no assunto.

E então, em um ato de desespero por uma “arte”, os irmãos a fim de se esconder da governanta que é um tanto brava e queria puní-los, entram no guarda-roupa e acabam por entrar em Nárnia!

E é ai que tudo começa! Uma verdadeira aventura...

Já imaginou se isso realmente fosse possível? Eu gostaria que fosse.

Se você leu o livro O Sobrinho do Mago, vai entender mais ainda sobre o professor Digory, o guarda-roupa, o poste com a lâmpada no meio do bosque e claro sobre a Feiticeira Branca.

Não vou contar todos os mínimos detalhes do livro, pois assim não tem graça - eu sempre falo isso. Mas posso garantir que é um livro tão rico em detalhes que aflora qualquer imaginação, eu mesma me vi em Nárnia enquanto lia. Acho que é essa a mágica que C.S. Lewis faz quando conta história, ou as escreve.

Depois de ler, assisti novamente ao filme, e que emoção!

Eu quero ir para Nárnia! Já disse isso?

Mas antes de terminar essa resanha, não posso deixar de citar sobre Aslam, que mesmo o tendo já conhecido no primeiro livro, neste ele apareceu bem mais, o que fez toda a diferença na história.

Nesse livro Aslam ganhou mais descrição tanto sobre o personagem em si quanto como os outros personagens se sentem diante dele.

Pois claro, estamos falando de ASLAM!



Pra um mero conhecedor dos Evangelhos (Bíblia) vai perceber a conexão de ambos. Muito lindo!

Então? Ficou curioso ou curiosa? Corre já pra ler esse livro.

Um beijo meu :)
05:00:00 No comentários

Olá leitor, tudo bem?

Estou relendo toda a saga das Crônicas de Nárnia, possuo a edição em volume único e, inicialmente iria fazer um “resumão” sobre todo o conteúdo, porém percebi que seria maçante demais e alguns detalhes poderiam se perder, então vamos ao convencional mesmo.



Título: As Crônicas de Nárnia: O Sobrinho do Mago
Subtítulo: Volume 01
Edição: 1
Editora: Martins Fontes
Ano: 1997
Páginas: 184

Sinopse: A aventura começa quando Digory e Polly vão parar no gabinete secreto do excêntrico tio André. Ludibriada por ele, Polly toca o anel mágico e desaparece. Digory, aterrorizado, decide partir imediatamente em busca da amiga no Outro Mundo. Lá ele encontra Polly e, juntos, ouvem Aslam cantar sua canção ao criar o mundo encantado de Nárnia, repleto de sol, árvores, flores, relva e animais.


***


A sinopse anterior resume muito bem todo o conteúdo desse livro, que pra mim é tão impressionante quanto os outros contos sobre Nárnia, que são até mais conhecidos que este que vos falo.

Quero deixar claro e bem enfatizado aqui que esse é um forte candidato a ser o conto preferido sobre Nárnia.

Não posso ser tola de dizer que não é interessante, porque é! Afinal, este conto - apesar de não ser o primeiro a ter sido publicado, pois foi o sexto – revela como foi a criação de Nárnia e o que aconteceu em seus primeiros dias de existência.

Vocês vão me perdoar, mas não posso ser “spoiler” em revelar muitas coisas a respeito do conteúdo desse livro, porque ai perderá toda a graça de se ler.

Posso enfatizar, mais uma vez, que é um conto maravilhoso e com todos os detalhes da criação de Nárnia, sobre como a Feiticeira Branca foi parar lá, e sobre os primeiros "humanos" - ou filhos de Adão - que colocaram seus pés nesse país cheio de graça e mistério que é Nárnia.

Minha intenção aqui é de dizer a você que se já assistiu a algum dos filmes de As Crônicas de Nárnia, pode ter certeza de que gostará e muito de saber como se iniciou toda essa estória.

Basicamente posso dizer que o livro de As Crônicas de Nárnia: O Sobrinho do Mago tem uma ligação muito importante e essencial com o livro As Crônicas de Nárnia: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa.

E então, ficou curioso?

Corre já pra ler esse livro, você não vai querer parar até acabar toda a saga, tenho certeza!

Um beijo meu

Danielle Marins




05:00:00 2 comentários


Olá, caro leitor.

A leitura que quero comentar hoje certamente pode intrigar você. Eu mesma não conhecia essa obra. Fiquei feliz por tê-la ganhado. Suspeito em dizer que os melhores livros que podemos ler não são aqueles que queremos ler, mas sim os que não estão na nossa lista - os ganhados. Acho que há um certo enigma eufórico em livros ganhados.

No mais, quero que esse breve comentário sobre o livro Auguste Dupin - O primeiro detetive faça com que você, caro leitor, queira ou colocá-lo em sua lista de presente de aniversário, ou na lista do amigo secreto, sabe?




Auguste Dupin - O primeiro detetive é um livro misterioso. É a história de um detetive e seu amigo desvendando misteriosos casos que a polícia e a comunidade não são capazes.

Há quem diga que Auguste Dupin foi o percursor dos detetives da literatura, antes até do queridíssimo e mais conhecido Sherlock Holmes - que tem o meu apreço inicial. Ambos os detetives são muitos parecidos, em vários aspectos. Mas, não quero aqui levantar comparações - pelo menos não agora.

Auguste Dupin tem uma inteligência peculiar. E é aguçado quanto aos seus instintos investigativos.

Nesta edição, que reúne “Os assassinatos da Rua Morgue”, “O mistério de Marie Rogêt” e “A carta furtada”, pode-se notar o quanto meticuloso o detetive é em sua investigação. São casos que deixam qualquer um intrigados com o possível desfecho.

Eu não quero dar ênfase na resenha de cada história, afinal, esse tipo de coisa você encontra facilmente em qualquer blog de resenhas de livro, mas não aqui. Tenho a missão, como uma apaixonada de livros, de instigar você, meu leitor, a ter o mesmo amor.



No mais, olha só essa edição! É maravilhosa!

Dessa vez, serei boazinha em compartilhar detalhes, pois nem eu me aguentei com esse livro de bordas vermelhas. Os detalhes em preto dão um toque bastante intrigante e misterioso.

Eu não podia amar mais!




















Espero que tenha gostado, tanto quanto eu, e que se você ainda não leu, tenha sido inspirado a ler também essa maravilhosa história de um detetive que não é Sherlock Holmes.

Se você já leu esse livro, me conta aqui embaixo o que achou, vou adorar saber!

Um grande beijo.

Danielle Marins














05:00:00 No comentários
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Eu sou uma amontoado de coisas. Gosto de tudo. Tudo bem, nem tudo. Mas faço de tudo um pouco. Uma dessas coisas é escrever. Disso, você pode me culpar. De resto, só estou tentando me encontrar.

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