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Danielle Marins, 2019. Tecnologia do Blogger.

Antes dos 30



Eu sou como a Lua. E estou orbitando nas regras impostas, nos costumes exigidos, nos títulos necessários, nos padrões ordenados. Sou o satélite da sociedade. Tenho um infinito ao meu redor, mas a gravidade me faz permanecer a orbitar por aqui.

Eu sou como a Lua. E como ela eu também passo por fases, isso pela trajetória, pois em cada caminho uma ação provocada, uma fase em mim. 

Há dias em que prefiro não ser notada, mas não consigo simplesmente desaparecer, então apenas fico "na minha", me afasto um pouco, me retiro do tumulto. Para a Lua essa é sua fase de lua nova. Para mim essa é a fase que nos renova. Todo mundo precisa de um tempo para se escutar um pouco, e esse é o meu. O infinito e eu.

Há dias em que o exílio começa a incomodar, e parte de mim começa a despertar, desejando aos poucos ganhar aquele espaço tão sonhado. Há uma inundação de vontades, de sonhos que vão progredindo de dentro para fora. Para a Lua essa é sua fase de quarto crescente. Para mim é uma fase em que escolho avançar, sem olhar muito para os obstáculos. 

Há dias em que me sinto plena. Abastecida das coisas que considero suficientes e boas, me fazendo sentir que sou capaz de realizar todos os meus objetivos, e que sou útil, e que sou importante para alguém. Para a Lua essa é sua fase de lua cheia. Para mim é a fase que me encontro completa, sabendo o que quero, vivendo de verdade.

Há dias em que algo não sai muito bem conforme o planejado, e percebo que nem tudo é possível do jeito que quero. Aquilo que míngua a gente é a sensação de frustração. Colocar expectativas demais, sem analisar, esperando somente coisas positivas. Esperar mais em algo ou alguém que não pode sanar suas intenções. Para a Lua essa é sua fase de quarto minguante. Para mim é a fase de decadência emocional, ou simplesmente de declinação de objetivos e expectativas.

Eu sou como a Lua. Talvez ela seja mais do que isso. E pode ser que eu também vá muito além disso também. Mas até lá eu continuo a orbitar.





***


Gostou? Compartilhe. Um beijo meu ♡



Autoria: Danielle Marins 



05:00:00 No comentários


Esse livro não me chamou a atenção logo de cara, e de primeiro momento resisti a lê-lo. Porém fui totalmente surpreendida pela história, o que me deixou arrependida por não ter começado ler antes.

O livro conta a historia de Lucius e Anabelle e suas realidades totalmente diferentes. Ele com 20 anos ingressando na universidade de Matemática no ano de 2014. Ela órfã, totalmente sozinha em uma casa enorme e com apenas 18 anos de idade no ano de 1964.

Uma mesma cidade, uma mesma casa, duas realidades, anos diferentes.

Lucius aluga uma casa na cidade de Campos do Jordão, onde cursará a universidade, e passa a morar sozinho. No fundo do imóvel, um bosque onde se encontra uma construção, ou o início dela, uma Montanha-Russa.

Não vou contar como, mas ele encontra uma carta emitida por Anabelle, a antiga moradora da casa contando a história de Belleville, a Montanha-Russa, que era um sonho do seu falecido pai, e que ela gostaria muito de ver realizado.

Lucius a princípio se comove com a historia mesmo sabendo que 50 anos se passaram, conforme estava datado na carta. O mesmo escreve outra carta e enterra junto com a carta de Anabelle para que um próximo morador financeiramente melhor do que ele consiga realizar o sonho de Anabelle e de seu falecido pai.

O que ele não imagina é que sua realidade passa a ser unida a realidade de Anabelle, a qual encontra a carta de Lucius junto da sua. E então a historia se desenrola com os dois, confusos e surpresos pelo ocorrido, trocando cartas que viajam no tempo de uma forma que nenhum deles entende como.

Entre um romance platônico, a construção de uma montanha-russa, um abuso de um tio que aparece do nada, na renúncia de cursar a universidade, ou na viajem no tempo, esta a linda e intrigante história de Belleville.

É um livro que só lendo para entender,

"Campos do Jordão, 20 de Janeiro de 1964" - Primeira carta de Anabelle
"Campos do Jordão, 25 de Fevereiro de 2014" - Primeira carta de Lucius

"Com esta carta, entrego Belleville nas mãos do destino e do tempo, entrego Belleville em suas mãos. 
Despeço-me com sinceros cumprimentos. 
Anabelle"

Eu li, e indico!


Um beijo meu :)



05:00:00 No comentários


Não sou boa em muitas coisas. 

Não que eu não queira, mas é que em muitas coisas (que não são todas as coisas) eu não tenho aquela facilidade que outros possuem, não tenho a habilidade para muitas coisas. Mas sou das que fazem de tudo um pouco. Sei me virar. Seja com gambiarras ou em projetos mais planejados, eu posso ter um resultado positivo. Talvez não acima da média, mas sei que não será abaixo dela.

Mas a verdade é que exigem tanto que sejamos bons em algumas coisas, que quando somos, exigem também que sejamos em outras. Sempre exigem. Não param de exigir.

Só que o que não sabem é que mesmo ouvindo muitos dizerem por aí essa verdade, uma hora ela chega a ser uma realidade em nós:

"Eu não vou agradar a todos, sempre."

Você pode estar lendo isso, mas isso ainda não virou uma realidade em você (mas calma, isso vem com o tempo) e, por isso você está aí se "virando" em dois, se estressando demais, fazendo o que não gosta, só pra agradar um ou outros mais. 

Sempre queremos agradar alguém.

Mas eu sei que eu não sou boa em muitas coisas e, estou aprendendo como isso pode me ajudar. Ajudar a me aceitar!

Eu sei que eu não sou boa em engolir o orgulho, mas o faço descer garganta abaixo quando necessário (dói as vezes, mas tenho que tentar). Não sou boa falando o que sinto, mas escrevo muito bem a quem quiser ler. Não sou boa em distrair crianças, mas elas são boas em me distrair (não sei porquê). Não sou boa com elogios, mas os agradeço mesmo estando sem graça. Não sou boa em me socializar diretamente, mas não sei deixar ninguém sem graça ou sozinho do meu lado.

E eu ainda sei que em muitas outras coisas eu não sou boa. Pequenas pra uns, mas grandes pra mim.

Mas sabendo no que eu não sou boa, valorizo as coisas que faço muito bem.

Mesmo assim, questionamentos sempre transbordaram minha mente como: "Deus, por que eu não sou melhor nisso ou naquilo outro?", "Por que me fizestes assim?". 

Mas sabe de uma coisa, Ele me fez assim mesmo. E me ama assim. Mas me permite melhorar sempre. Me faz crescer a cada dia, em cada acerto ou em cada tropeço.

Eu posso não ser boa em muitas coisas, das quais gostaria de ser. Mas eu sei que posso me esforçar, dar o meu melhor. Não para agradar alguém, mas para me sentir plena comigo mesma e principalmente com Quem me criou.

Para simplesmente saber que eu estou fazendo exatamente o que fui feita para fazer, e isso é extraordinário!

Sobre minhas limitações? Eu sei que Ele sabe como as usar... um dia, pra mim, pra alguém, para Ele!"


***



Autoria de Danielle Marins



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Eu sou uma amontoado de coisas. Gosto de tudo. Tudo bem, nem tudo. Mas faço de tudo um pouco. Uma dessas coisas é escrever. Disso, você pode me culpar. De resto, só estou tentando me encontrar.

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