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Danielle Marins, 2019. Tecnologia do Blogger.

Antes dos 30



Seguir em frente significa muito. Significa deixar algo para trás. Significa sair do lugar e ir. Significa uma incógnita a cada passo. Significa muito. Significa tudo. Significa uma página virada ou o final de um capítulo.

Seguir em frente é doloroso. Nem todos que agora estão ou parecem estar do seu lado irão permanecer. Nem todos eles seguirão juntos com você. Alguns ficarão onde estão e outros seguirão um caminho diferente, distante. E isso é doloroso, a princípio.

Mas seguir em frente é um aprendizado. Você aprende que basta cada passo para perceber o quão difícil é dar o próximo, mas você o dará. Você aprende que ao olhar para trás você sentirá muito, talvez sobre tudo. Mas aprende também que pior do que seguir em frente é ter que ficar no mesmo lugar.

E eu estou seguindo em frente. Sem malas e sem rumo. Alguns poucos estou carregando comigo. Muitos tive que deixar para trás. Muitos também me deixaram para trás. Mas estou dando um solitário passo de cada vez. E doeu. Não meus pés, mas meu coração. E ainda dói.

Mas eu precisava perder para me ganhar. Eu precisava perder para me encontrar. Porque eu coloquei muitos em primeiro lugar. Os coloquei antes de mim. Eu os entreguei o meu jardim e, eles atearam fogo nele.

Eu calei a minha música favorita. Eu ignorei os meus sentimentos. Eu desprezei os sinais. Eu acreditava que tudo dura, não até o fim, mas além dele.

Seguir em frente pode ser solitário.

Mas quero que saiba que seguir em frente é necessário. Mesmo que pareça um processo lento e difícil, você perceberá que não está mais no mesmo lugar de antes. Eu não estou e as vezes, no fundo, isso assusta.

Faz parte da ordem chamada vida. A vida sempre segue seu rumo, em diferentes direções.

Eu estou seguindo em frente. Estou vivendo enquanto descubro para onde.

Não queria, mas preciso ir... 


***
Autoria de Danielle Marins
16:31:00 No comentários


Quando me perguntar o por quê, eu não vou conseguir responder. Eu te peço desculpas por exigir demais de você. Peço desculpas por me fechar sempre. Não é retroceder, é não continuar. Ficar parada. Cessar. E, eu te peço desculpas por isso e por todo o resto.

Me calei mais uma vez. Porque mais uma vez assuntos que me causam mal e que talvez você sabe, mas não sabe direito, parecem te incomodar. Não por ser ruim pra você, eu acho, mas por ser de novo o mesmo assunto. O qual você não quer ouvir mas não me diz.

Eu não virei a chave e, te enfado com isso.

E se me perguntasse o que você fez, eu diria que você não fez nada. Apenas ficou em silêncio, não disse nada que eu precisasse ouvir. Se distraiu, mais uma vez... E o assunto que nem começou ficou pairando no ar, mas eu peguei de volta e guardei o que poderia ter soltado. O quê, eu nem sei.

Eu não te culpo, sou eu que não sei lidar. Sou eu que não sei.

Me perdoe por isso. Por exigir algo que você não é obrigado. E não é... ninguém é!

Quando me perguntar, eu não saberei dizer. Nem me pergunte. Por favor. 

Enquanto digito o que consigo transportar através de cada dígito, vou liberando espaço, entre o vazio que eu não te disse e o tudo o que eu queria falar para mim mesma.

Me perdoe.

Eu não queria ser tão complicada assim. Mas se ainda quiser me ouvir, leia as minhas palavras, elas falam por mim.


06:58:00 No comentários


São José dos Campos, em algum dia do ano de 2019.



Olá,

Eu não vou perguntar como você está, afinal, isso não importa no momento. Não agora.

Me perdoe por estar lhe escrevendo apenas agora. Mas perdoe mais ainda por eu estar lhe escrevendo. 

Apesar de não saber como começar esta carta, eu já a iniciei e, talvez agora, eu não saiba muito bem como continuá-la, sendo assim, me perdoe por isso também. Mas eu precisava dizer antes que as palavras voassem longe demais e não alcançassem nenhuma de nós.

Eu não quero encontrar culpados e muito menos nomear vítimas, apenas quero que esta carta consiga dizer tudo - ou quase - o que não foi dito e que você a leia com o coração aberto o suficiente para entender, ou ao menos tentar fazê-lo.

Mesmo assim, eu sinto muito por esta carta e por tudo e, se eu pudesse a intitular esse seria o nome, "sinto muito".

Sinto muito, pois apesar de todo o agora, os momentos pretéritos não podem ser eliminados da nossa mente, pelo menos não da minha. E, eu sou grata por todos eles, e do fundo do meu coração eu os carrego acreditando que foram verdadeiros - apenas não foram eternos.

Sinto muito, pois meses ou até anos já se passaram. Você notou? Eu sim. Eu não contei o tempo, apesar de saber o quanto está durando. Apenas contei errado. Contei todas as vezes que precisei de você e, você não esteve aqui. Contei todas as vezes que me vi sozinha quando você podia ter ficado. Contei todas as vezes que me senti esquecida quando me senti ignorada. Contei todas as vezes que a promessa foi quebrada.

Me perguntei em todo esse tempo o que eu não fiz para que você deixasse essa amizade de lado, talvez não porquê ela não fosse importante para você, mas sim porque talvez não fosse a sua prioridade - mas um dia foi?

Eu tentei na medida do que me foi possível e até onde o meu orgulho me permitiu ir. Eu até poderia ter perseverado mais, porém é horrível procurar e não encontrar e mais horrível ainda é não ser procurada. Talvez você se sinta da mesma forma ou talvez não sinta nada. Mas eu sinto muito.

Sinto muito, pois eu não sou mais a mesma pessoa e sei também que nem você é. Não dá para ignorar isso. E pode até ser que por isso o distanciamento foi desprezado, e a vida seguiu seu rumo, no nosso caso, em direções diferentes.

Sinto muito, pois aprendi da pior forma que equilíbrio também deve fazer parte dos relacionamentos. O equilíbrio do estar perto e do estar longe. O equilíbrio do dar e do receber. O equilíbrio de amar e do perdoar. Equilíbrio.

Sinto muito, pois tudo isso nunca foi o que imaginei para nenhuma de nós. É estranho aceitar que hoje somos meras estranhas uma para a outra.

Sinto muito, pois a distancia nunca nos impediu e mesmo assim nossas vidas continuaram, se reorganizaram, e naturalmente tudo mudou. E aceitar que uma amizade não existe mais faz apenas parte do amadurecimento. E ele é necessário.

A dor da ausência poderá durar por toda a vida talvez, apenas devemos aprender a lidar com ela.

Sinto muito, pois daqui onde estou eu posso ver que não é culpa de ninguém. As coisas mudam. A vida evolui e, o que antes se enquadrava perfeitamente já não se encaixa mais.

Sinto muito, pois na maioria das vezes o que destruiu um templo é mais lembrado do que o que o edificou.

Sinto muito. Mas a verdade é que não queria sentir nada.

Com amor.
07:06:00 No comentários


Eu sou como a Lua. E estou orbitando nas regras impostas, nos costumes exigidos, nos títulos necessários, nos padrões ordenados. Sou o satélite da sociedade. Tenho um infinito ao meu redor, mas a gravidade me faz permanecer a orbitar por aqui.

Eu sou como a Lua. E como ela eu também passo por fases, isso pela trajetória, pois em cada caminho uma ação provocada, uma fase em mim. 

Há dias em que prefiro não ser notada, mas não consigo simplesmente desaparecer, então apenas fico "na minha", me afasto um pouco, me retiro do tumulto. Para a Lua essa é sua fase de lua nova. Para mim essa é a fase que nos renova. Todo mundo precisa de um tempo para se escutar um pouco, e esse é o meu. O infinito e eu.

Há dias em que o exílio começa a incomodar, e parte de mim começa a despertar, desejando aos poucos ganhar aquele espaço tão sonhado. Há uma inundação de vontades, de sonhos que vão progredindo de dentro para fora. Para a Lua essa é sua fase de quarto crescente. Para mim é uma fase em que escolho avançar, sem olhar muito para os obstáculos. 

Há dias em que me sinto plena. Abastecida das coisas que considero suficientes e boas, me fazendo sentir que sou capaz de realizar todos os meus objetivos, e que sou útil, e que sou importante para alguém. Para a Lua essa é sua fase de lua cheia. Para mim é a fase que me encontro completa, sabendo o que quero, vivendo de verdade.

Há dias em que algo não sai muito bem conforme o planejado, e percebo que nem tudo é possível do jeito que quero. Aquilo que míngua a gente é a sensação de frustração. Colocar expectativas demais, sem analisar, esperando somente coisas positivas. Esperar mais em algo ou alguém que não pode sanar suas intenções. Para a Lua essa é sua fase de quarto minguante. Para mim é a fase de decadência emocional, ou simplesmente de declinação de objetivos e expectativas.

Eu sou como a Lua. Talvez ela seja mais do que isso. E pode ser que eu também vá muito além disso também. Mas até lá eu continuo a orbitar.





***


Gostou? Compartilhe. Um beijo meu ♡



Autoria: Danielle Marins 



05:00:00 No comentários


Esse livro não me chamou a atenção logo de cara, e de primeiro momento resisti a lê-lo. Porém fui totalmente surpreendida pela história, o que me deixou arrependida por não ter começado ler antes.

O livro conta a historia de Lucius e Anabelle e suas realidades totalmente diferentes. Ele com 20 anos ingressando na universidade de Matemática no ano de 2014. Ela órfã, totalmente sozinha em uma casa enorme e com apenas 18 anos de idade no ano de 1964.

Uma mesma cidade, uma mesma casa, duas realidades, anos diferentes.

Lucius aluga uma casa na cidade de Campos do Jordão, onde cursará a universidade, e passa a morar sozinho. No fundo do imóvel, um bosque onde se encontra uma construção, ou o início dela, uma Montanha-Russa.

Não vou contar como, mas ele encontra uma carta emitida por Anabelle, a antiga moradora da casa contando a história de Belleville, a Montanha-Russa, que era um sonho do seu falecido pai, e que ela gostaria muito de ver realizado.

Lucius a princípio se comove com a historia mesmo sabendo que 50 anos se passaram, conforme estava datado na carta. O mesmo escreve outra carta e enterra junto com a carta de Anabelle para que um próximo morador financeiramente melhor do que ele consiga realizar o sonho de Anabelle e de seu falecido pai.

O que ele não imagina é que sua realidade passa a ser unida a realidade de Anabelle, a qual encontra a carta de Lucius junto da sua. E então a historia se desenrola com os dois, confusos e surpresos pelo ocorrido, trocando cartas que viajam no tempo de uma forma que nenhum deles entende como.

Entre um romance platônico, a construção de uma montanha-russa, um abuso de um tio que aparece do nada, na renúncia de cursar a universidade, ou na viajem no tempo, esta a linda e intrigante história de Belleville.

É um livro que só lendo para entender,

"Campos do Jordão, 20 de Janeiro de 1964" - Primeira carta de Anabelle
"Campos do Jordão, 25 de Fevereiro de 2014" - Primeira carta de Lucius

"Com esta carta, entrego Belleville nas mãos do destino e do tempo, entrego Belleville em suas mãos. 
Despeço-me com sinceros cumprimentos. 
Anabelle"

Eu li, e indico!


Um beijo meu :)



05:00:00 No comentários


Não sou boa em muitas coisas. 

Não que eu não queira, mas é que em muitas coisas (que não são todas as coisas) eu não tenho aquela facilidade que outros possuem, não tenho a habilidade para muitas coisas. Mas sou das que fazem de tudo um pouco. Sei me virar. Seja com gambiarras ou em projetos mais planejados, eu posso ter um resultado positivo. Talvez não acima da média, mas sei que não será abaixo dela.

Mas a verdade é que exigem tanto que sejamos bons em algumas coisas, que quando somos, exigem também que sejamos em outras. Sempre exigem. Não param de exigir.

Só que o que não sabem é que mesmo ouvindo muitos dizerem por aí essa verdade, uma hora ela chega a ser uma realidade em nós:

"Eu não vou agradar a todos, sempre."

Você pode estar lendo isso, mas isso ainda não virou uma realidade em você (mas calma, isso vem com o tempo) e, por isso você está aí se "virando" em dois, se estressando demais, fazendo o que não gosta, só pra agradar um ou outros mais. 

Sempre queremos agradar alguém.

Mas eu sei que eu não sou boa em muitas coisas e, estou aprendendo como isso pode me ajudar. Ajudar a me aceitar!

Eu sei que eu não sou boa em engolir o orgulho, mas o faço descer garganta abaixo quando necessário (dói as vezes, mas tenho que tentar). Não sou boa falando o que sinto, mas escrevo muito bem a quem quiser ler. Não sou boa em distrair crianças, mas elas são boas em me distrair (não sei porquê). Não sou boa com elogios, mas os agradeço mesmo estando sem graça. Não sou boa em me socializar diretamente, mas não sei deixar ninguém sem graça ou sozinho do meu lado.

E eu ainda sei que em muitas outras coisas eu não sou boa. Pequenas pra uns, mas grandes pra mim.

Mas sabendo no que eu não sou boa, valorizo as coisas que faço muito bem.

Mesmo assim, questionamentos sempre transbordaram minha mente como: "Deus, por que eu não sou melhor nisso ou naquilo outro?", "Por que me fizestes assim?". 

Mas sabe de uma coisa, Ele me fez assim mesmo. E me ama assim. Mas me permite melhorar sempre. Me faz crescer a cada dia, em cada acerto ou em cada tropeço.

Eu posso não ser boa em muitas coisas, das quais gostaria de ser. Mas eu sei que posso me esforçar, dar o meu melhor. Não para agradar alguém, mas para me sentir plena comigo mesma e principalmente com Quem me criou.

Para simplesmente saber que eu estou fazendo exatamente o que fui feita para fazer, e isso é extraordinário!

Sobre minhas limitações? Eu sei que Ele sabe como as usar... um dia, pra mim, pra alguém, para Ele!"


***



Autoria de Danielle Marins



05:00:00 No comentários



Tem dia que não queremos conversar, mas queremos que alguém converse com a gente. 

Tem dia que um abraço não conforta, mas em outros é o melhor gesto.

Tem dia que só ouvir a música não basta, temos que cantar junto, e quem sabe até mais alto.

Tem dia que levantar cedo é tão fácil quanto dormir tarde. Ou as vezes o despertador de tão ilustre parece fazer alarde. 

Tem dias pesados que te cansam, e dias leves que te levam. Dias de querer ouvir e outros de falar mais do que a boca.

Tem dias de sol e dias de chuva. Dias quentes e dias frios! 

Há dias em que o tempo parece querer mostrar ou refletir como estamos, e somos tão mutáveis quanto ele. Imprevisível é o dia de amanhã! Por isso, tem dia, hora e momento pra tudo, é difícil saber como estaremos amanhã, somos tão imprevisíveis, tão sensíveis, tão nós mesmos, mas tem dia...


"Dias de luta, dias de glória..." - Charlie Brown Jr.


 "Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu."
Eclesiastes 3:1

***


autor: Danielle Marins

Gostou ? #Compartilhe e Comente !

Um beijo meu ♡




05:00:00 2 comentários



Entre a habilidade de entreter, criar e compor, seja de uma forma científica ou fictícia, escrever nos leva e nos eleva.

Eu escrevo como uma forma de me expressar. Eu escrevo como uma forma de disciplinar todo o embaraço de sentimentos e pensamentos que acontecem dentro de mim.

Escrever é a ação que geralmente ocorre de dentro para fora.

Entre as linhas se percorre, desenhando cada letra, formando cada palavra, compondo frases, harmonizando parágrafos como uma canção é feita, unindo melodia com a letra.

Não há um dia se quer que eu não pense ou não sinta, como não há um dia se quer que eu não deseje escrever.

A janelas da minha escrita são meus olhos, é uma forma diferente de enxergar aquilo que todos podem ver, mas poucos conseguem perceber. A razão da minha escrita saem dos meus pensamentos, que como um turbilhão, vão tomando conta da minha mente, mas que pela escrita não me deixa perder a lucidez. Já a emoção da minha escrita se aloja em meu coração, e é de lá que vem a sensação de prazer que nunca é perdida. Mas são das minhas mãos que a escrita ganha toda a sua eficácia. E por isso ela jamais é prejudicada.

Definitivamente escrever é o que eu amo, e minhas palavras ninguém poderá tirar de mim.

Sei que as palavras devem ser bem escolhidas, pois como uma flecha, ela também sabe qual é o seu alvo.

Que na escrita o meu alvo seja o amor, a esperança e a vida. Que jamais seja usada para causar dor, arruinar ou destruir. Porque muito antes de escrever aos outros eu escrevo pra mim...


***


Feliz dia do Escritor à todos os que indireta ou diretamente tem em suas mãos a virtude de escrever!




15:08:00 No comentários


Não precisa ser desde a infância. Nunca houve a necessidade de se medir por longas caminhadas, anos de estrada, por quantidades de abraços ou porradas. Tudo depende exclusivamente da jornada!

A amizade pode ser um tanto complexa, mas é profundamente clara e compreensível em muitos detalhes.

O fato é que, independentemente dos fatos, é um sentimento de aceitação mútua. O que engloba diferenças, divergências e todos os sinônimos e antônimos produzidos pelo estado de personalidade de cada um.

Amizade é rir com e para, ou melhor, rir de... Aceitar no outro, o que em você há pouco. Cativar e ser cativado, manter segredos bem guardados, ou nem tanto!

Amizade é estar perto mesmo não estando junto. Amizade é continuar sendo amigo mesmo estando do outro lado do mundo.

Amizade não é pra todos, infelizmente. Mas há sempre um doido para um louco. Assim como no Amor cada panela tem sua tampa, na Amizade cada Debi tem seu Loyde, ou mais ou menos isso.

É independente de sexo, raça, elogio ou ameaça, alegria ou desgraça, ou até mesmo de uma piada sem graça. A amizade esta livre de estereótipos!

Feliz dia da Amizade



'"Em todo o tempo ama o amigo e para a hora da angústia nasce o irmão."
Provérbios 17:17


***


EXTRA:

Já falou com seu amigo hoje? Se ainda não, hoje é um bom dia para mandar aquela mensagem escrita exclusivamente por você - exclusivamente digitada por você, por isso, nada de mensagem ou frases ou poesias do site Pensador, okay?

Talvez um bombom, um abraço, ou apenas uma mensagem ou ligação de poucos minutos possa fazer diferença na vida daquela pessoa que é tão importante pra você, o seu amigo!

Um beijo meu <3





11:00:00 1 comentários


Oi gente! E ai, tudo bem?

Hoje não era pra ser um dia de postagem, mas eu não resisti e vim compartilhar com vocês a letra de uma música e, a música obviamente, que curti no dia de hoje enquanto estava trabalhando.

O dia já está acabando para efeito comercial, mas a vida vai além do período de trabalho, escola, afazeres e etc. Por isso, o que tiver de nos acrescentar, que venha carregado de coisas boas, não é?

Speak Life de Toby Mac fala um pouco disso. Sobre a vida que acaba sendo tão corrida que acabamos por não perceber o que acontece ao nosso redor, e muito menos sobre o que pensamos e o mais importante: sobre o que falamos.

Em meio a tantos assuntos desnecessários, ou a notícias de morte, terrorismo e dor, ou em meio a falta de empatia e de amor com o próximo, quem é você e eu em meio a tudo isso? Mais uma das pessoas que reclamam? Mais uma das pessoas que falam mal do próximo? Mais uma das pessoas que não tem amor para com o doente, o sozinho e o maltratado? Somos mais um, ou somos capazes de fazer diferença seja a mínima possível?

Em meio a tantas palavras mau escolhidas, ditas e expressadas, que remetem a gerar mais dor, escolha falar de vida, de como ser grato mesmo nas desavenças, escolha amar e a transmitir o amor. Que não esperemos isso do outro, que possamos ser nós os mediadores do amor.



Fale de Vida (Speak Life) - Toby Mac

Alguns dias a vida parece perfeita, em outros nada parece dar certo.
O bom, o mal, o certo, o errado, e tudo mais no meio disto.
É louco, incrível, nós podemos transformar um coração com as palavras que dizemos.
Montanhas desmoronam a cada sílaba, a esperança pode viver ou morrer.

Então fale de vida
Na mais morta e escura noite
Fale de vida, fale de vida.
Quando o sol não vai brilhar e você não sabe o porquê
Olhe nos olhos dos corações partidos
Os veja voltar a vida, assim que você falar de esperança, falar de amor
Falar de Vida, fale de vida.

Alguns dias a língua fica presa, outros dias meus pensamentos apenas desabam.
Eu faço, eu não, eu vou, vou não.
É como se eu me afogasse nas profundezas
Bem, é louco imaginar as palavras de nossos lábios como os braços de compaixão.
Montanhas desmoronam a cada sílaba, a esperança pode viver ou morrer.

Levante a cabeça um pouco mais alto
Espalhe o amor como fogo
A esperança vai cair como chuva quando você falar de vida com as palavras que disser
Eleve seus pensamentos um pouco mais alto
Use suas palavras para inspirar
A alegria vai cair como chuva quando você falar de vida com as coisas que você disser
Levante a cabeça um pouco mais alto
Espalhe o amor como fogo


A esperança vai cair como chuva quando você falar de vida com as palavras que disser




***


E ai, gostou?

Fale de vida :)
Um beijo meu, #entãotatchau



08:00:00 No comentários


Ela estava engasgada. Mas sua garganta estava desobstruída.  Algo a sufocava. Algo a entalava. Mas ela ainda conseguia respirar.

Pressão corriqueira. Obrigações desinteressantes. Era fazer não por querer mas sim por se ter que fazer. Cansa correr em esteira para não chegar a lugar nenhum.

Ela queria gritar, mas o barulho da cidade abafa a sua voz. Um barulho de tudo com som de nada.

Acorde menina, não deixe a vida te levar, leve você a vida. Seus sonhos são lindos, mas a realidade também é pra ser realizada com a mesma intensidade. O passado é como um sapato apertado, não cabe e pode te apertar tanto e até machucar. O futuro é como o céu, você pode ver e planejar como imaginamos as formas das nuvens, mas não se pode tocar. E o presente é lindo, e como uma caixa embrulhada, pode conter surpresas, sejam elas boas ou não as aproveite, o presente é um presente.

Você é capaz de tudo, só não sabe ainda. Viva menina, viva vida, vida de menina, viva a vida menina.



***


Gostou? Compartilhe. Um beijo meu ♡


20:29:00 No comentários

Título: Simplesmente como Jesus
Autor: Max Lucado
Editora: CPAD
Páginas: 237


A maioria das pessoas que me conhecem sabem da minha "quedinha" pelo top dos tops Max Lucado :)


É até estranho eu ainda não ter comentado sobre os livros dele por aqui. Mas "tcharam", eis aqui um dos mega-extraordinários livros que li, e claro, amei.


Os livros de Max Lucado sempre me surpreendem. Ele consegue falar sobre diversos temas com profundidade e clareza nos textos. Max é em minha opinião um excelente escritor, cheio de sabedoria para compartilhar.


Simplesmente como Jesus, é um livro muito lindo, rico em profundidade e em referências bíblicas (sabemos bem de onde vem a inspiração desse querido sr. Max).


O livro trata sobre os momentos da nossa vida, coisas que achamos ser imutáveis em nós, em nossos corações, mentes e ações, mas que na forma em como Jesus viveu, se torna possível. Pra entender melhor, o livro trata essa "Síndrome de Gabriela" que insiste em dizer que porquê somos assim morreremos tal como, sem a possibilidade de mudança.


Então se você acha que porque você tem uma certa forma de agir, pensar, sentir ou falar, que quer dizer que você sempre será dessa forma, Por isso indico esse livro, pois o amor de Deus é tão grande por nós que as falhas, defeitos e faltas em nossas vidas Ele quer mudar para nos tornar melhores e  consequentemente felizes.


Lembre-se de que "Deus o ama como você é, mas se recusa a deixá-lo desse jeito. Ele quer que você seja... SIMPLESMENTE COMO JESUS".




Top né?


Se gostou, compartilhe e comente sua opinião!


Se ainda não leu, super indico, não será tempo perdido e sim investido...


Um beijo meu :)






16:36:00 No comentários
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Eu sou uma amontoado de coisas. Gosto de tudo. Tudo bem, nem tudo. Mas faço de tudo um pouco. Uma dessas coisas é escrever. Disso, você pode me culpar. De resto, só estou tentando me encontrar.

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